Organizações Não-Econômicas e Filantrôpicas
  • Aspectos Legais e Tributários
  • Por Gilberto José de Andrade Filho
  • Compre aqui
Estamos há 17 anos ajudando você a atingir os resultados desejados! Associe-se hoje mesmo! Nossos associados contam com atendimento personalizado
e acesso à nossa base de dados
Adquira já o seu livro

ARTIGOS

ESTRATÉGIAS PARA O MERCADO ATUAL


José Floriano Pinheiro Silva

O mundo está cada vez mais se encolhendo, com o advento de meios de comunicação, transportes e fluxos financeiros cada vez mais ágeis.

Não é mais surpresa ouvirmos falar de homens de negócios usando terno Inglês, contratando com um executivo americano em um restaurante japonês e mais tarde, voltando para casa para beber vodka russa em um automóvel Italiano, vestido em um terno Francês, calçado com um sapato marroquino.

As empresas domésticas que antes não se preocupavam com concorrentes estrangeiros, repentinamente os encontram com mais constância nos seus diversos mercados de atuação.

Embora algumas ainda desejassem a eliminação da concorrência estrangeira através de legislações protecionistas, hoje já começam a enxergar esta prática como ineficiente. Entendem que a melhor forma das empresas competirem é planejando, coordenando e melhorando continuamente os seus produtos, seus serviços, suas práticas administrativas e mercadológicas; inclusive crescendo em todos os níveis de mercado, investindo em pesquisa e desenvolvimento, produção, logística, marketing, finanças, custos e reputação.

Também, grande número de empresas ainda preferiria permanecer em seus negócios domésticos se o mercado fosse suficientemente grande. Pois assim, os seus administradores não precisariam se especializar, enfrentar incertezas, problemas legais e desenvolver ou redesenhar seus produtos em suas linhas de atuação para atender os desejos e diferentes necessidades dos consumidores cada vez mais exigentes, bem informados e protegidos por leis específicas.

Salientamos que uma Organização focada em mudanças e que respeita o comportamento do seu mercado, não precisa ser grande para operar com pleno sucesso em arenas definidas; basta ter um projeto delineado, com objetivos alcançáveis, um mix de produtos dentro das necessidades e desejos do nicho disputado e contar com colaboradores treinados, motivados e comprometidos para que o sucesso venha como premio, ainda que transitório;
pois conforme um dos ensinamentos de Druker em que Francisco Madia batizou de Sacramentos de Marketing afirma: “Qualquer posição de liderança é transitória e provavelmente de curta duração” e para se ter a percepção permanente do mercado é necessário sempre inovar.

Inovar no segmento das pequenas empresas é estabelecer uma inteiração profunda nos momentos de relacionamento do cliente com a empresa nos seus diversos pontos de contato; portanto, nessa década terá sucesso quem conseguir inovar transformando esses momentos em uma experiência valiosa, cativante e marcante. Para que isso ocorra não são necessários profundos investimentos em tecnologia, fator que ainda assusta os pequenos empreendedores pelo alto custo de investimento; mas sim, nas mudanças de atitudes, pois no mundo, as pequenas empresas têm tido um papel fundamental na criação de novos processos e produtos; por isso as pequenas empresas têm grandes vantagens sobre as grandes Organizações em se tratando de flexibilidade e agilidade; e a melhor forma de assegurar a inovação é estar atento ao que não funciona ou funciona mal e precisa ser melhorado.

Inovar é, portanto, resolver problemas de uma forma original; pois as grandes oportunidades estão na insatisfação dos clientes com produtos e serviços disponíveis no mercado de forma inadequada.

Fonte: AG & JG






Localização

Entre em contato

Contact form submitted

Links Úteis