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CONTABILIDADE

Novo padrão contábil ganha destaque com grau de investimento



Monica Cardoso


A adequação das empresas brasileiras à Lei nº 11.638, que reforma a chamada Lei das SAs, vem em um momento bastante propício com a elevação do Brasil a grau de investimento, segundo entidades do mercado financeiro. A convergência das companhias brasileiras ao padrão contábil internacional facilitará a compreensão dos balanços financeiros por investidores estrangeiros que devem chegar ao País após a concessão do selo.
´´O grau de investimento vai aumentar a responsabilidade do controle interno das empresas e, nesse ponto, a adoção das normas dos International Financial Reporting Standards (IFRS) é fundamental para atrair os investidores internacionais´´, disse Rubens Lopes da Silva, presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), no VIII Workshop promovido pela Systema Consultores Associados (SCA). ´´O IFRS viabiliza a colocação de ações e títulos tanto no País como no exterior, a obtenção de empréstimos e financiamentos e a compra e venda de empresas´´, acrescentou Ernesto Rubens Gelbcke, coordenador de Relações Internacionais do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
Os investidores nacionais também saem ganhando com as novas normas, já que um dos pontos determina a precificação de ativos intangíveis, o que pode aumentar o patrimônio da empresa e, conseqüentemente, elevar o valor da ação. Pela falta de uma comparação, há ações que podem estar subvalorizadas, enquanto outras podem estar acima do seu valor. O preço real dos ativos pode, inclusive, reverter em dividendos para os acionistas. ´´A norma possibilita o reconhecimento do verdadeiro valor da empresa e dos ativos ao preço real de mercado, conhecido como fair value´´, disse Walter Machado de Barros, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP). Para ele, no médio prazo, o grau de investimento deve flexibilizar o conservadorismo do Banco Central quanto à taxa básica de juros, promover a expansão do setor produtivo e levar à retomada das ofertas públicas iniciais de ações no segundo semestre.
Tributos
Entretanto, uma questão que tem despertado cautela é o possível aumento da carga tributária. ´´Há alguns senões na Lei 11.638, e não no IFRS, e nossa preocupação é a blindagem contra possíveis aumentos de tributos para as empresas brasileiras´´, disse Alfried Plöger, vice-presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca).

Fonte: DCI






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